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A Xiaomi fez um alerta aos consumidores na terça-feira (18): o preço dos smartphones deve aumentar no ano que vem. O motivo é o aumento nos custos dos chips de memória.
Isso porque essas peças estão em um momento de subida procura devido à demanda por lucidez sintético e data centers.
Xiaomi deve aumentar preço dos smartphones
A revelação foi feita pelo presidente da Xiaomi, Lu Weibing, durante uma teleconferência de resultados com repórteres. Ele afirmou que espera que a pressão pelos chips de memória seja muito maior no ano que vem do que neste ano.
Isso deve motivar um aumento no valor dos smartphones. No entanto, nem esta correção será suficiente para revestir o aumento nos custos dos próprios chips.
De modo universal, os consumidores provavelmente verão um aumento considerável nos preços de varejo dos produtos. Segmento dessa pressão pode ter que ser enfrentada por meio de aumentos de preços, mas esses aumentos por si só não serão suficientes para absorvê-la.
Lu Weibing, presidente da Xiaomi, à Reuters

Aumento na demanda pelos chips
- O aumento na procura pelos chips tem a ver com o prolongamento na demanda por data centers e lucidez sintético;
- Essas peças alimentam eletrônicos, incluindo as máquinas dos data centers que fazem a IA rodar;
- Com a corrida de IA a todo o vapor, empresas estão correndo detrás dos chips. Prometer o fornecimento garante que elas consigam seguir avançado na disputa… mas também aumenta a demanda e, consequentemente, o valor dessas peças;
Porquê resposta, algumas companhias já estão agindo. A Xiaomi deve aumentar os preços dos smartphones. Já a Samsung quer redirecionar sua capacidade de produção para chips de memória de subida largura de filarmónica e reduzir a produção de chips para celular, a termo de atender mais a indústria de IA do que o varejo.

Xiaomi aposta em outras áreas
Antes mesmo da fala do presidente da Xiaomi, a empresa já tinha enfrentado críticas pelo aumento no preço do smartphone Redmi K90.
A companhia segue com resultados positivos nas vendas, com 43,3 milhões de aparelhos vendidos em todo o mundo, um aumento de 0,5% em relação ao ano pretérito. Aliás, se mantém em 3º lugar em participação de mercado globalmente.
No entanto, nos resultados trimestrais, a Xiaomi aumentou sua receita em 22,3%, para 113,1 bilhões de yuans, número que ficou aquém da expectativa de analistas, de 116,5 bilhões de yuans.
Em transmitido, a empresa afirmou que o prolongamento da receita foi impulsionado por veículos elétricos, lucidez sintético e outras novas iniciativas.