Os contratos futuros do petróleo fecharam em firme alta nesta segunda-feira, com investidores reagindo à invasão americana na Venezuela, que levou à captura do presidente Nicolás Maduro e trouxe novas incertezas ao cenário econômico. Os preços da commodity chegaram a abrir em queda mais cedo, mas ganharam força durante a sessão.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que pretende assumir o controle do país, que abriga as maiores reservas de petróleo do mundo. As exportações de óleo bruto da Venezuela estavam sob embargo americano, que até o momento permanece em vigor.
No fechamento, o petróleo tipo Brent (referência mundial) com vencimento em março teve alta de 1,66%, cotado a US$ 61,76 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE). O WTI (referência americana) com entrega prevista para fevereiro subiu 1,74%, a US$ 58,32 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
Nova carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3 reúne 65 companhias, quatro a mais do que no ciclo anterior. Das companhias que seguem no índice, 75% reduziram a intensidade de emissões em relação à receita
Sem sinais de que a intervenção possa se espalhar pela América Latina ou envolver outros atores globais, os mercados não sofrem com uma aversão a risco significativa nesta segunda-feira
Preços da commodity chegaram a abrir em queda mais cedo, mas ganharam força durante a sessão
Cautela dos agentes financeiros com relação à invasão da Venezuela pelos Estados Unidos até chegou a pressionar o real no começo do dia de hoje, mas a dinâmica se desfez ao longo do dia
Os campos operados pela Petrobras, sozinha ou em consórcio com outras empresas, foram responsáveis por 89,35% do total produzido
Segundo entidades setoriais consultadas pelo Valor, a exposição comercial do Brasil ao país é pequena
A PetroUrdaneta é controlada pela estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), com 60% das ações, e opera três campos na região de Maracaibo, no noroeste do país
A satisfação evidente do presidente americano com o sucesso inicial da operação na Venezuela sugere que ele poderá passar a cultivar um gosto por intervenções no “quintal” dos EUA, definido de forma cada vez mais abrangente
Delcy já havia sido declarada presidente interina da Venezuela pelo Supremo Tribunal de Justiça
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