O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu o padrão sanitário do Brasil e disse acreditar que o veto à importação de carne brasileira pela União Europeia deve 'se equacionar'. Alckmin se refere a exigências sanitárias da UE sobre o uso de antimicrobianos na pecuária.
A União Europeia publicou atualização da lista de países que cumprem suas regras contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária e excluiu o Brasil. Os países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, continuam autorizados.
Alckmin ressaltou os acordos firmados pelo Mercosul com Singapura, Suíça, Noruega e Islândia, além da União Europeia. O vice-presidente enfatizou a abrangência do acordo Mercosul-UE como o maior entre blocos do mundo.