O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) saudou nesta sexta-feira (9) a decisão do Conselho da União Europeia de aprovar a assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, após mais de 25 anos de negociação. Segundo a pasta, a cerimônia de assinatura deverá ocorrer em data e local a serem definidos entre os países do bloco sul-americano e o lado europeu.
O MDIC destacou que este é o maior acordo comercial já negociado pelo Mercosul e um dos maiores firmados pela União Europeia com parceiros comerciais. Segundo a pasta, o tratado envolve dois dos maiores blocos econômicos do mundo, que somam cerca de 720 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) superior a US$ 22 trilhões.
A aprovação pelas instâncias comunitárias europeias permitirá que o Acordo de Parceria seja assinado após mais de 26 anos do início das negociações. O Acordo integrará dois dos maiores blocos econômicos do mundo, reunindo cerca de 720 milhões de pessoas e Produto Interno Bruto (PIB) de mais de US$ 22 trilhões. Trata-se do maior acordo comercial negociado pelo Mercosul e um dos maiores dentre aqueles pactuados pela União Europeia com parceiros comerciais
— disse o MDIC em nota à imprensa.
Após o adiamento em dezembro, os Estados-membros da União Europeia confirmaram nesta sexta-feira que uma ampla maioria deles apoia o acordo de livre comércio com o Mercosul. Este será o maior pacto comercial do bloco europeu, mais de 25 anos após o início das negociações e depois de meses de disputa para garantir o apoio dos principais Estados-membros.
Como mostrou o Valor, o governo brasileiro já projeta ganhos com o acordo que vão além do aumento das vendas ao mercado europeu. A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao MDIC, estima que o tratado pode gerar um efeito de “transbordamento”, ao tornar a indústria brasileira mais competitiva e, com isso, ampliar as exportações para outros mercados, além de inserir insumos nacionais nas cadeias produtivas europeias que abastecem outras regiões do mundo.
A simulação feita pela Secex com exclusividade ao Valor indica que, em um horizonte de 20 anos após o início do acordo, as exportações brasileiras totais cresceriam 2,7% na comparação com o cenário sem acordo. As vendas aumentariam 13% para o mercado europeu, mas o efeito de encadeamento das cadeias produtivas e a redução de custos de insumos também ampliariam as exportações para Estados Unidos (alta de 2,6%) e China (1,6%).
Pasta afirmou que trata-se do maior acordo comercial já negociado pelo Mercosul e um dos maiores firmados pela União Europeia com parceiros comerciais
Em nota, empresa atribuiu a decisão ao ciclo de baixa “sem precedentes” enfrentado pela indústria globalmente
Juntos, os dez itens tiveram impacto de 2,33 ponto percentual, ou 54,69% da alta do indicador
da liquidação, mas que cabe ao órgão entender
— Presidente repetiu que o TCU não determinará a "reversãoquais foram os atos motivacionais" para o procedimento, e disse que vai se encontrar com presidente do BC
Ministra do Planejamento disse que este é um dos movimentos econômicos mais relevantes das últimas décadas para o Brasil e para o bloco sul-americano
O presidente da República agradeceu Pedro Sánchez pelo seu "empenho" pessoal na assinatura do acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia
Pelas contas iniciais do próprio Fundo, os pagamentos devem somar R$ 41 bilhões, e atender 1,6 milhão de investidores
de Nicolás Maduro e definir uma
— Autoridades venezuelanas condenaram a ação e afirmaram que tem objetivo de abordar as consequências do "sequestroagenda de trabalho de interesse mútuo"
Economia americana criou 654 mil empregos no setor privado desde janeiro e 181 mil postos a menos no setor público, números publicados nesta sexta-feira pelo Departamento de Trabalho
Chipre, que detém a presidência rotativa da UE, confirmou que a maioria dos embaixadores dos 27 Estados-membros da UE votaram a favor, conforme exigido para a aprovação