Israel e Hamas fecharam um convenção para uma trégua nos ataques à Fita de Gaza. Mediado pelos Estados Unidos e pelo Procurar, o trato é libertar 50 reféns israelenses em troca da pausa no combate. A maioria dos sequestrados que deve ser liberada é de crianças. O convenção também prevê que 150 palestinos mantidos porquê prisioneiros serão soltos por Israel. A trégua deverá resistir quatro dias.
A pausa, segundo divulgado pela prensa israelense, deve estrear amanhã, quinta-feira (23), logo que o convenção for confirmado.
Confira inferior o que se sabe até agora sobre o convenção.
Quantos reféns do Hamas e prisioneiros de Israel devem ser soltos?
- O convenção prevê que 50 civis israelenses, a maioria menores de idade, serão soltos. Além o cessar-fogo, Israel assumiu o compromisso de libertar 150 mulheres e crianças palestinas que estão em prisões israelenses.
Quantos reféns do Hamas são crianças, mães e mulheres?
- O grupo de reféns israelenses que deve ser solto é formado por 30 crianças, oito mães e mais 12 mulheres.
Porquê será a troca de reféns?
O Channel 12 informou que o processo será dividido em cinco etapas:
- A primeira: O Hamas entrega os reféns à Cruz Vermelha.
- A segunda: A Cruz Vermelha transfere para representantes das Forças Armadas Israel, e os reféns passam por exames médicos.
- A terceira: Os reféns serão levados a centros médicos isolados em Israel, para se reunirem com suas famílias.
- A quarta: Médicos e autoridades de resguardo vão sentenciar se alguns podem ser interrogados.
- A quinta: Interrogatório dos reféns por autoridades de segurança.
Para onde os reféns israelenses vão ser levados quando forem soltos?
- O jornal Hareetz citou que seis centros de saúde em Israel foram preparados para receber os reféns liberados. São eles: Núcleo Médico Sheba, em Tel Hashomer, o Núcleo Médico Shamir, os Hospitais Wolfson, Soroka e Ichilov, além do Núcleo Médico Schneider para Crianças.
O que mais inclui o convenção?
Além da troca de reféns, consta no convenção:
- Interromper todos os ataques na Fita de Gaza, aéreos e terrestres, pelos 4 dias;
- Permitir que a Cruz Vermelha possa visitar os reféns que continuarão sob custódia e que eles possam ser medicados;
- Ingressão de centenas de caminhões, pelo Egito, com ajuda humanitária a Gaza.