Foi aprovada no Senado Federalista, em votação simbólica, na noite desta quarta-feira (20), a lei que institui uma bolsa para alunos do Ensino Médio no país. Não houve alterações na redação do projeto revalidado na Câmara dos Deputados e, portanto, o texto segue agora para a mesa do presidente Luiz Inácio Lula da Sulva (PT), para ser sancionada. A medida passa a valer a partir da publicação da lei.
A proposta garante que alunos de Ensino Médio tenham recta a depósitos mensais, um tipo de poupança para que o jovem depois do Ensino Médio possa resgatar o valor. De autoria do governo, o projeto foi encabeçado pelo ministro da Ensino, Camilo Santana, e tem porquê principal objetivo reduzir a evasão escolar no Ensino Médio.
Porquê vai funcionar?
O programa foca em alunos de redes públicas e cujas famílias estejam inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federalista (CadÚnico). A prioridade será dada aos grupos failiares com renda per capita mensal igual ou subordinado a R$ 218. O estudante também terá que se encaixar nos seguintes critérios:
- Frequência mínima às aulas;
- Prometer a aprovação ao término do ano letivo e participação no Fiscalização Vernáculo do Ensino Médio (Enem), para aqueles matriculados no último ano;
- Participar dos exames do Sistema de Avaliação da Ensino Básica (Saeb) e nos exames aplicados pelos sistemas de avaliação externa dos entes federativos para a lanço do ensino médio.
A teoria é que a bolsa permanência seja depositada em conta ensejo em nome do estudante, que será pessoal e intransmissível. Os ministérios da Ensino e da Rancho ainda vão definir valores e porquê será o pagamento.