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Fim de isenção pode deixar botijão de gás R$ 2 mais caro em janeiro, diz sindicato

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 28/12/2023 às 09:18 · Atualizado há 9 horas

Em seguida três anos de vigência, a isenção do imposto PIS/Cofins para o gás de cozinha vence no final deste ano. Caso a política não seja renovada pelo presidente Lula, o aumento para os consumidores pode ser de murado de R$ 2 a mais por botijão de 13kg, segundo o Sindigás, entidade que representa as distribuidoras de GLP.

De congraçamento com o operação, o aumento deve ser de R$ 167 por tonelada do insumo caso os tributos federais sejam retomados. No GLP vendido para empresas e indústrias, em vasilhames de maior porte, o aumento pode chegar a 30%.

A retomada da cobrança de PIS/Cofins sobre o GLP foi discutida no início deste ano, com a posse do presidente Lula. A medida era defendida pelo ministro da Herdade, Fernanda Haddad. No entanto, por justificação do provável impacto no início do procuração, a isenção foi prorrogada por mais um ano.

VEJA TAMBÉM: Termo de isenção para o diesel não deve afetar preço, diz Haddad 

Em fevereiro, por decisão do Confaz (Recomendação Vernáculo de Política Fazendária), o gás de cozinha terá outro impacto nos preços, com um aumento de 12,5% decorrente do reajuste de ICMS.

As distribuidoras pediram ao governo que a política de isenção seja mantida, porquê revela o jornal Folha de São Paulo.

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