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Estudo liderado por brasileiro pode ter descoberto novo planeta no Sistema Solar

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 23/02/2024 às 09:13 · Atualizado há 5 dias

Por Carolina Pimentel – Filial Brasil 

Um estudo liderado por um pesquisador brasílico e um nipónico levanta a hipótese da existência de um novo planeta no Sistema Solar.

Os cientistas brasílico Patryk Sofia Lykawka, da Universidade Kindai, do Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Vernáculo do Japão, informam que o planeta estaria localizado em uma região distante chamada de Cinturão de Kuiper e com volume entre 1,5 e 3 vezes a do planeta Terreno.

“Prevemos a existência de um planeta semelhante à Terreno e de vários TNOs [objetos transnetunianos] em órbitas peculiares no sistema solar exterior, que podem servir uma vez que assinaturas testáveis ​​​​observacionalmente das supostas perturbações do planeta”, dizem os pesquisadores em item publicado na revista científica Astronomical Journal.

Em entrevista à sucursal de notícias da Unisinos, Patryk Lykawka informou que simulações mostraram que o Sistema Solar – publicado hoje por reunir quatro planetas gigantes (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) – não explica as propriedades encontradas no suposto novo planeta. Ele graduou-se em física e matemática pela universidade privada.

“Dessa forma, levante estudo prevê a existência de um planeta com volume de aproximadamente 1,5 a 3 Terras no sistema solar extrínseco distante, situado além de 200 unidades astronômicas. Há três órbitas possíveis para o planeta, de aproximadas: 200 a 300 unidades astronômicas, 200 a 500 unidades astronômicas e 200 a 800 unidades astronômicas, mas os melhores resultados favorecem as duas últimas órbitas”, afirmou na entrevista.

O pesquisador destacou ainda o impacto da invenção na comunidade científica e nos estudos futuros sobre o Sistema Solar. “Primeiro, o Sistema Solar oficialmente teria nove planetas novamente. Aliás, assim uma vez que ocorreu em 2006 com a reclassificação de Plutão, precisaríamos aprimorar a definição de ‘planeta’, já que um planeta massivo localizado muito além de Netuno provavelmente pertenceria a uma novidade classe. Por termo, nossas teorias do sistema solar e da formação de planetas também precisariam ser revistas.”

De pacto com a Unisinos, o brasílico reside há mais de 20 anos no Japão e leciona na Universidade Kindai.

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