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Portugal escolhe para embaixada no Brasil diplomata expulsa por Maduro

O governo de Portugal escolheu Isabel Brilhante Pedrosa para chefiar a embaixada do país no Brasil. A opção indica que a relação entre os dois países pode en...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 06/01/2026 às 18:50 · Atualizado há 2 dias
Portugal escolhe para embaixada no Brasil diplomata expulsa por Maduro
Foto: Reprodução / Arquivo

O governo de Portugal escolheu Isabel Brilhante Pedrosa para chefiar a embaixada do país no Brasil. A opção indica que a relação entre os dois países pode entrar em uma nova fase.

Até então, o atual embaixador, Luís Faro Ramos, não escondia sua predileção pelo governo Lula e seu alinhamento com a esquerda. Isabel, por sua vez, é considerada de centro-direita, a mesma corrente que hoje governa Portugal. Seu perfil é descrito como mais político do que diplomático.

A troca na embaixada está prevista para o dia 20 de janeiro, mas ainda depende de publicação no Diário Oficial de Portugal e de aceitação pelo governo brasileiro. Será a primeira vez na história que Portugal terá uma mulher no comando da embaixada.

Lula e Maduro se encontram antes da cúpula dos países sul-americanos

O embaixador Luís Faro Ramos e a embaixatriz Cristina Faro Ramos agradecem pela hospitalidade que encontraram em Brasília

Se a indicação for confirmada, Isabel chegará ao Brasil em meio a uma divergência com os Estados Unidos sobre a atuação do governo norte-americano na Venezuela. Lula criticou a captura e prisão pelos Estados Unidos de Nicolas Maduro e, seu partido, o PT, acusou Donald Trump de sequestrar o presidente venezuelano e sua mulher.

Isabel é considerada inimiga por Maduro. Em 2021, quando era embaixadora da União Europeia em Caracas, ela foi expulsa da Venezuela após a aplicação de sanções a 19 dirigentes do chavismo. O governo Maduro a declarou persona non grata e deu 72 horas para que deixasse o país.

minar os direitos eleitorais da oposição e o funcionamento democrático da Assembleia Nacional, além de promover graves violações dos direitos humanos e restrições às liberdades fundamentais

— Na ocasião, a União Europeia acusou  Maduro de . O que o governo brasileiro nunca reconheceu.

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