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Polícia captura suspeito do CV por lavagem com cripto na Colômbia

Especialista em lavagem de dinheiro para o Comando Vermelho (CV) com o uso de criptomoedas e fintechs, o traficante Efren Ipuz Prada foi preso na Colômbia em...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 06/01/2026 às 06:20 · Atualizado há 2 dias
Polícia captura suspeito do CV por lavagem com cripto na Colômbia
Foto: Reprodução / Arquivo

Especialista em lavagem de dinheiro para o Comando Vermelho (CV) com o uso de criptomoedas e fintechs, o traficante Efren Ipuz Prada foi preso na Colômbia em uma operação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) no Amazonas.

Prada, de 34 anos, era um dos alvos da Operação Xeque-Mate, deflagrada em outubro de 2025, e atuava no núcleo financeiro do CV comandado por Alan Sérgio Martins Batista, conhecido como “Alan do Índio”. A prisão ocorreu no dia 2 de janeiro, com apoio da representação Polícia Federal (PF) na Colômbia, em cooperação com a Interpol, por meio da lista de Difusão Vermelha.

Efren Ipuz Prada, especialista em lavagem d dinheiro para o CV, foi preso em operação ma Colômbia

Alan do Índio chefia núcleo de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho (CV)

Polícia Federal atuou em operação que prendeu Prada na Colômbia

Operação do Ficco prendeu integrante do Comando Vermelho (CV) na Colômbia

Efren Ipuz Prada, especialista em lavagem d dinheiro para o CV, foi preso em operação ma Colômbia

De acordo com a PF, Prada vivia na Colômbia e utilizava documentos falsos havia mais de um ano para ocultar sua identidade. Assim como Alan do Índio, ele passou por procedimentos estéticos com o objetivo de dificultar a identificação pelas autoridades. Após a formalização da prisão, um pedido de extradição será encaminhado à Justiça colombiana.

Na Operação Xeque-Mate, a Justiça Federal no Amazonas determinou o bloqueio de R$ 122 milhões movimentados pelo grupo liderado por Prada e Alan do Índio. Segundo as investigações, o núcleo negociava carregamentos de drogas e utilizava criptoativos para remunerar traficantes colombianos.

As apurações indicam ainda que o grupo articulava a lavagem dos recursos provenientes da venda de entorpecentes por meio de empresas de marketing fictícias e fintechs, empreendimentos que oferecem soluções financeiras digitais para pagamentos, empréstimos e controle financeiro.

Em outubro, a Operação Xeque-Mate prendeu três pessoas, entre elas a esposa de Alan do Índio. Joias, relógios de luxo e outros bens também foram apreendidos em uma residência em Manaus.

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