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O que pode ou não ser cobrado no comércio das praias? Procon explica

Diante do aumento das reclamações sobre cobranças abusivas e indevidas em praias do litoral paulista, o Procon-SP reforça o serviço de orientação aos consumi...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 08/01/2026 às 23:05 · Atualizado há 19 horas
O que pode ou não ser cobrado no comércio das praias? Procon explica
Foto: Reprodução / Arquivo

Diante do aumento das reclamações sobre cobranças abusivas e indevidas em praias do litoral paulista, o Procon-SP reforça o serviço de orientação aos consumidores que frequentam as praias de São Paulo nesta temporada.

O órgão explica o que pode, o que não pode ser cobrado por ambulantes, barracas e quiosques, além de indicar os direitos do consumidor e os canais corretos para reclamação.

Dicas do Procon sobre o que pode e o que não pode no comércio nas praias de São Paulo

Dicas do Procon sobre o que pode e o que não pode no comércio nas praias de São Paulo

Dicas do Procon sobre o que pode e o que não pode no comércio nas praias de São Paulo

Dicas do Procon sobre o que pode e o que não pode no comércio nas praias de São Paulo

Dicas do Procon sobre o que pode e o que não pode no comércio nas praias de São Paulo

A praia é um espaço de lazer e descanso e não pode se transformar em motivo de transtorno ou prejuízo financeiro para o consumidor. Entendemos que em períodos de demanda elevada os preços sobem; mas, eventuais irregularidades precisam ser evitadas e a informação é sempre a melhor forma de prevenir abusos e conflitos

— destaca o diretor Executivo do Procon-SP Luiz Orsatti.

O Procon também orienta o consumidor sobre a quem recorrer, conforme o problema:

O órgão reforça que não existe tabelamento de preços no Brasil, por isso é fundamental verificar os valores antes de consumir. Além disso, é importante pesquisar entre as várias barracas e quiosques.

Outra recomendação feita ao consumidor é sempre pedir nota fiscal, recibo ou comprovante de pagamento. Casos de abusos de preços podem ser analisados pelo Procon-SP ou levados à Justiça, sendo essencial identificar corretamente o fornecedor.

O Procon pede ainda atenção redobrada ao uso de QR Codes para pagamento, pois há registros de adulterações e ressalta a necessidade de evitar situações de conflito, que podem resultar em episódios de violência.

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