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Leqembi: como funciona o novo medicamento contra o Alzheimer aprovado no Brasil

O medicamento Leqembi é capaz de desacelerar a destruição do cérebro causada pela doença e representa um passo importante no tratamento do Alzheimer.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 08/01/2026 às 08:20 · Atualizado há 4 dias
Leqembi: como funciona o novo medicamento contra o Alzheimer aprovado no Brasil
Foto: Reprodução / Arquivo

O medicamento Leqembi é capaz de desacelerar a destruição do cérebro causada pela doença e representa um passo importante no tratamento do Alzheimer.

O medicamento é administrado por infusão e é recomendado para pacientes nos estágios iniciais do Alzheimer.

O medicamento é administrado por infusão e é recomendado para pacientes nos estágios iniciais do Alzheimer.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo tratamento para a doença de Alzheimer no país. O medicamento Leqembi é capaz de desacelerar a destruição do cérebro causada pela doença e representa um passo importante no tratamento do Alzheimer.

A doença de Alzheimer (DA) é a principal causa de demência neurodegenerativa no mundo. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, mais de um milhão de pessoas convivem com a doença.

Até hoje, não havia tratamento direcionado à doença em si, apenas às suas consequências. A liberação aconteceu no dia 22 de dezembro de 2025.

Produzido com o anticorpo lecanemabe, o Leqembi é indicado para pessoas que já apresentam demência leve causada pelo Alzheimer.

Esse anticorpo — semelhante aos que o próprio corpo produz para atacar vírus ou bactérias — foi projetado para acionar o sistema imunológico e promover a limpeza da amiloide no cérebro.

Na prática, ele atua contra a substância pegajosa que se acumula no cérebro de pessoas com Alzheimer, chamada beta-amiloide. O acúmulo dessas placas é uma das características definidoras da doença.

O medicamento é administrado por infusão e é recomendado para pacientes nos estágios iniciais do Alzheimer.

A eficácia do medicamento foi demonstrada em um estudo publicado em 2022 na New England Journal of Medicine, uma das revistas científicas mais importantes do mundo.

O estudo em larga escala envolveu 1.795 voluntários com Alzheimer em estágio inicial. As infusões de lecanemabe foram administradas a cada duas semanas.

Após 18 meses de tratamento, o lecanemabe reduziu o declínio cognitivo-funcional dos pacientes, indicando uma progressão mais lenta da doença.

Desde 2023, o medicamento já é aprovado pela agência reguladora dos Estados Unidos, a FDA, e comercializado no país. Agora, passa a estar disponível também no Brasil.

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