Dividida entre duas escolas no Carnaval 2026, Jaquelline Grohalski vive uma rotina que mistura agenda cheia e conta bancária em alerta. Musa da Grande Rio, no Grupo Especial, e da Unidos de Padre Miguel, na Série Ouro, a ex-BBB e ex-Fazenda diz que a dobradinha exige mais do que samba no pé.
Em conversa com este colunista do Metrópoles nos bastidores da Sapucaí, Jaquelline deixou claro que o investimento acompanha o tamanho da responsabilidade.
Segundo ela, o custo vai além das fantasias e cresce conforme o Carnaval se aproxima. A influenciadora explicou que a estrutura por trás do close funciona como uma pequena empresa em ritmo acelerado.
Mesmo com a maratona de compromissos entre ensaios de quadra, rua e técnicos na Sapucaí, Jaquelline afirmou que a experiência tem sido positiva. Para ela, 2026 já ocupa um lugar diferente na memória.
O papo que rolou no Camarote Arpoador também passou pelos realities, território que Jaquelline conhece bem. Veterana quando o assunto é reality show, ela participou do Big Brother Brasil em 2018 e de A Fazenda em 2023, e garante que acompanha de perto os movimentos do BBB 26.
Na avaliação dela, a presença de veteranos foi decisiva para movimentar o jogo e evitar uma edição previsível.
Ao comparar os formatos, Jaquelline reforçou que a dinâmica muda conforme o perfil do elenco e que a mistura nem sempre favorece o jogo mais solto.
Por fim, a ex-BBB não fugiu da pergunta clássica e entregou sua torcida para a edição atual, deixando claro que prefere o jogo em sua versão mais tradicional.
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