Saint-Tropez amanheceu em clima de despedida nesta quarta-feira (7/12). A cidade no sul da França, que se tornou refúgio definitivo de Brigitte Bardot após o fim de sua carreira artística, recebe as cerimônias fúnebres da atriz, morta no dia 28 de dezembro, aos 91 anos.
Segundo a Fundação Brigitte Bardot, o velório e o sepultamento ocorrem de forma reservada, com acesso limitado a familiares e pessoas próximas. A opção por uma despedida discreta segue o desejo da atriz, que passou as últimas décadas afastada da vida pública. Ainda assim, uma celebração religiosa antecede o funeral e é transmitida ao vivo.
Mesmo sem convite oficial, admiradores começaram a se reunir desde cedo nas ruas da cidade para prestar homenagens à estrela que marcou o cinema francês e internacional. Após a cerimônia privada, está previsto um momento simbólico aberto à população local e aos fãs, em reconhecimento ao vínculo histórico de Bardot com Saint-Tropez.
Entre as figuras públicas que acompanham as homenagens está Marine Le Pen, líder da extrema-direita francesa. Já o presidente Emmanuel Macron não participa das cerimônias, segundo informações divulgadas pela imprensa francesa, como o jornal Le Monde.
Protagonista de E Deus Criou a Mulher (1956), Brigitte Bardot se transformou em um dos maiores símbolos culturais da França. Ela deixou o cinema no início dos anos 1970 e passou a dedicar sua vida à militância em defesa dos animais.
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