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PM suspeito de lavagem de dinheiro é exonerado da Casa Militar após ser preso com R$ 2,5 milhões em Manaus

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 05/12/2025 às 21:13 · Atualizado há 1 semana
PM suspeito de lavagem de dinheiro é exonerado da Casa Militar após ser preso com R$ 2,5 milhões em Manaus
Foto: Reprodução / Arquivo

Mais de R$ 2 milhões são apreendidos em mala: policial militar é recluso suspeito
O cabo da Polícia Militar recluso com R$ 2,5 milhões e suspeito de lavagem de numerário foi imediatamente exonerado da função de motorista que exercia na Moradia Militar do Amazonas. A informação foi confirmada pela corporação nesta sexta-feira (5).
O agente da segurança pública e outros dois homens foram detidos em flagrante nesta quinta-feira (4) depois de serem encontrados com o numerário dentro de uma bolsa em um shopping de Manaus.
O cabo Rayron Costa Bezerra estava de folga no momento da prisão. A PM abriu um procedimento administrativo disciplinar para apurar a conduta dele, que também foi retirado das atividades operacionais e teve a arma funcional recolhida.
A corporação afirmou que não tolera atos ilícitos cometidos por agentes e que colaborou com a operação que levou às prisões. A PM ressaltou ainda que segue à disposição da Polícia Federalista, da Justiça e de órgãos de controle nas investigações.
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Informações obtidas pela Rede Amazônica apontam que um dos presos é possessor de uma empresa que seria de frontaria. A suspeita levantou atenção porque essa empresa funciona no mesmo endereço de uma grande rede de colchões do estado. A investigação apura um verosímil esquema envolvendo prevaricação e lavagem de numerário.
Conforme escolhido, entre os três detidos estão:
um policial militar;
um contador da rede de colchões;
e o tio desse contador, que aparece uma vez que proprietário da empresa investigada.
A empresa está registrada uma vez que “negócio varejista de artigos de papelaria”, foi criada em 15/05/2024 e possui capital social enunciado de R$ 10 milénio, apesar de estar registrada no mesmo lugar onde funciona a rede de colchões.
Uma vez que foi a prisão
De concordância com a Polícia Federalista, a operação começou em seguida uma denúncia anônima recebida pela Força Integrada de Combate ao Transgressão Organizado (FICCO/AM), que indicava a participação de um dos envolvidos em um esquema de lavagem de numerário.
“Com base na seriedade da denúncia, as equipes foram até o lugar e confirmaram que os três homens transportavam o valor em uma mala, com indícios do transgressão de lavagem de capitais”, informou a PF.
Segundo apuração da Rede Amazônica, o grupo havia feito de sacar o numerário em uma dependência bancária dentro do shopping. No momento da abordagem, os agentes federais constataram que quem carregava a mala era o cabo da Polícia Militar.
Além dele, também foram presos Marcos Aurélio Santos da Cruz e Ruan Lima Silva.
A presença de um policial da Moradia Militar chamou a atenção dos investigadores, já que esse efetivo costuma atuar em funções de segurança institucional ou dentro da sede da corporação — a não ser quando está de folga.
Os três foram levados para a Superintendência Regional da Polícia Federalista, onde o caso foi formalizado.
Policial militar e outros dois homens são presos com R$ 2,5 milhões em mala dentro de shopping em Manaus.
Divulgação/Polícia Federalista

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