As investigações começaram a partir do pedido do Ministério Público Federal (MPF) para apuração de irregularidades na emissão de licenças ambientais dentro da Área de Preservação Permanente entre 2015 a 2025. Com o avanço das apurações, a PF apontou a existência de uma organização criminosa que pratica fraudes ao negociar certidões, licenças, autorizações e laudos em desacordo com a legislação.