Vereadora Edna Sampaio
Reprodução/Rede social
A cassação do procuração da vereadora Edna Sampaio (PT) foi anulado nesta terça-feira (9), em seguida decisão da Terceira Câmara de Recta Público e Coletivo. Com a decisão, a parlamentar reverteu o processo que, em 2024, havia levado à perda do função e à suspensão de seus direitos políticos.
De consonância com a resguardo realizada pelo pelo legista Julier Sebastião, o tribunal "reconheceu cerceamento de resguardo porque o legista não foi devidamente intimado nos autos", apesar de constar formalmente no processo. A tese foi acolhida pelos magistrados em um placar de três a dois.
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A falta de notificação à resguardo tornou nulo tanto o processo de cassação quanto os efeitos decorrentes dele, incluindo a suspensão dos direitos políticos da vereadora.
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Em 2024, Edna Sampaio teve o procuração cassado pela Câmara Municipal de Cuiabá por quebra de decoro, em seguida ser acusada de participação em um suposto esquema de “rachadinha” em seu gabinete. Foi a segunda cassação da parlamentar, a primeira, em 2023, também já havia sido anulada pela Justiça, o que garantiu seu retorno ao Legislativo.
A novidade percentagem processante instaurada em seguida o retorno da vereadora teve seu resultado invalidado pela decisão desta terça-feira.
Suspeita de 'rachadinha'
Vazamentos de prints de conversas da vereadora com a ex-chefe de gabinete, Laura Natasha, em maio de 2023, mostrou uma suposta “rachadinha” de valores de Verbas Indenizatórias.
Conforme documento, em 2022, a parlamentar recebeu pelo menos R$ 20 milénio em transferências feitas pela ex-chefe de Gabinete.
A ex-chefe foi exonerada no final do ano pretérito, quando estava gestante, e acabou sendo indenizada em R$ 70 milénio. Ela ganhava R$ 7 milénio de salário e mais R$ 5 milénio de VI.