"Trata-se de um desserviço de membros da Alesp. Preocupados apenas com o corporativismo, com a autodefesa, homens públicos mostram indiferença às mulheres. Não é à toa que eu temia pela minha vida ao lado dele, o qual sempre afirmou que, por ser 'branco, com cara de rico e deputado, era imbatível'. Ele sempre disse que nada aconteceria com ele na Alesp", afirmou Cíntia Chagas, após a decisão do conselho.