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As sinapses também amam, meu amor: como a neurociência explica o que acontece no cérebro e no coração dos apaixonados | G1

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 20/12/2025 às 03:18 · Atualizado há 1 dia
As sinapses também amam, meu amor: como a neurociência explica o que acontece no cérebro e no coração dos apaixonados | G1
Foto: Reprodução / Arquivo

Estudos mais recentes sugerem que o amor é um estado dinâmico no cérebro. Ele também sofre influência de fatores como o estresse, qualidade do sono, saúde mental e experiências afetivas anteriores. Tudo isso interfere no funcionamento dos circuitos cerebrais ligados ao apego, à recompensa e à regulação emocional. Amar, portanto, não envolve somente química cerebral, mas também a história de vida dos indivíduos e contexto social – um processo plástico, sensível à experiência, que representa uma rota em busca de pertencimento, sentido da existência e afago neuropsíquico.

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