Estudos mais recentes sugerem que o amor é um estado dinâmico no cérebro. Ele também sofre influência de fatores como o estresse, qualidade do sono, saúde mental e experiências afetivas anteriores. Tudo isso interfere no funcionamento dos circuitos cerebrais ligados ao apego, à recompensa e à regulação emocional. Amar, portanto, não envolve somente química cerebral, mas também a história de vida dos indivíduos e contexto social – um processo plástico, sensível à experiência, que representa uma rota em busca de pertencimento, sentido da existência e afago neuropsíquico.