Publicidade
Capa / Tecnologia

Nosso cérebro muda quatro vezes ao longo da vida, revela estudo

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 09/12/2025 às 13:53 · Atualizado há 4 horas
Nosso cérebro muda quatro vezes ao longo da vida, revela estudo
Foto: Reprodução / Arquivo

Siga o Olhar Do dedo no Google Discover

Um novo mapeamento do cérebro humano identificou quatro momentos-chave (aos 9, 32, 66 e 83 anos de idade) nos quais a arquitetura neural muda de direção. Isso sugere que o desenvolvimento cerebral não é linear. E continua até muito depois do término simbólico da juventude.

A estudo de mais de quatro milénio exames, de pessoas entre zero e 90 anos, mostrou que o cérebro atravessa cinco fases distintas. Cada uma tem seu próprio padrão de eficiência, especialização e reorganização. 

Oriente, digamos, escorço ajuda a entender por que a maturidade cognitiva só se estabiliza perto dos 30. E porquê capacidades e vulnerabilidades variam ao longo da vida.

As ‘viradas’ que revelam porquê nosso cérebro recalcula rota várias vezes ao longo da vida, segundo pesquisa

O estudo, publicado recentemente na Nature Communications, secção de um conjunto espaçoso de dados. Ao todo, os pesquisadores analisaram 4.216 exames de pessoas para investigar porquê métricas estruturais do cérebro se transformam com o tempo. 

Novo mapeamento do cérebro humano identificou quatro momentos-chave que ocorrem ao longo da vida (Imagem: Pedro Spadoni via ChatGPT/Olhar Do dedo)

A equipe aplicou técnicas de projeção em espaços de manifold (forma de escoltar curvas e inflexões que não aparecem em análises lineares). Assim, encontrou pontos nos quais a trajetória das redes cerebrais literalmente muda de direção.

Essas “viradas” aparecem aos 9, 32, 66 e 83 anos de idade. Cada uma marca o início de um capítulo no modo porquê as conexões se reorganizam. 

  • Do promanação aos 9 anos: período no qual o cérebro perde eficiência global enquanto ganha especialização lugar, revérbero da poda sináptica e do estágio intenso da puerícia;
  • Dos 9 aos 32 anos: domina o aumento de eficiência e de especialização – uma juventude longa, na qual o cérebro fica mais integrado e mais multíplice;
  • Depois dos 32 anos: começa a temporada mais seguro da vida adulta, na qual a eficiência global cai vagarosamente, a separação entre grupos de áreas aumenta e a conectividade de vizinhança vira o indicador principal desse período;
  • Aos 66 anos: surge uma transição para o envelhecimento inicial, na qual a arquitetura passa a se organizar em módulos mais separados;
  • Depois dos 83 anos: um novo padrão emerge – poucos nós ganham mais relevância nas rotas de notícia, num cérebro que passa a depender mais de regiões centrais.

Fases ajudam a entender aprendizagem, juventude longa e vulnerabilidades do envelhecimento

A viradela dos nove anos de idade coincide com a chegada da puberdade e com uma reorganização hormonal e emocional profunda. É um cenário que também marca o aumento do risco de transtornos mentais. 

Ilustração com cérebros coloridos colocados lado a lado acima de uma linha para representar desenvolvimento cerebral ao longo de uma vida
O estudo recente ajuda a entender porquê capacidades neurológicas e vulnerabilidades emocionais variam ao longo da nossa vida (Imagem: Pedro Spadoni via ChatGPT/Olhar Do dedo)

Essa secção da vida de alguém é quando o cérebro troca um modo infantil de operação por uma formato mais rápida e eficiente. Isso prepara o terreno para as transformações sociais e cognitivas que virão a seguir.

A juventude que se estende até os 30 e poucos anos ganha cá uma base biológica. Mesmo depois da vida escolar e da maioridade legítimo, o cérebro ainda está refinando sua eficiência, sua especialização e sua capacidade de notícia entre áreas. Isso ajuda a entender por que funções porquê autocontrole, planejamento e segurança comportamental só se consolidam perto dos 30.

Já a viradela dos 66 anos marca o início de um período no qual o risco de declínio cognitivo cresce. Não porquê ruptura, mas porquê reorganização. A modularidade aumenta; a eficiência global diminui; e padrões de envelhecimento começam a brotar. 

Por término, a partir dos 83 anos de idade, o cérebro passa a operar com redes mais frágeis, concentrando o fluxo em poucos pontos críticos. 

Leia mais:

Ainda assim, pesquisadores lembram que o envelhecimento também traz ganhos, porquê regulação emocional melhor e sabedoria construída ao longo de décadas. Eles também apontam que fatores porquê atividade física, sustento e convívio social influenciam a trajetória dessa temporada.

(Essa material também usou informações do jornal Washington Post.)

Comentários (0)

Faça login ou cadastre-se para participar da discussão.

Seja o primeiro a comentar!

Publicidade