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Brasileira vira bilionária aos 29 após criar plataforma de apostas

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 04/12/2025 às 12:29 · Atualizado há 1 semana
Brasileira vira bilionária aos 29 após criar plataforma de apostas
Foto: Reprodução / Arquivo

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Luana Lara Lopes, de 29 anos, ganhou destaque recente em seguida eclodir na Forbes porquê a bilionária mais jovem do mundo a erigir a própria riqueza. A brasileira, que já integrou o Balé Bolshoi de Joinville (SC), tornou-se sócia de uma plataforma de apostas em eventos que hoje movimenta bilhões de dólares. A trajetória reúne formação em engenharia, experiência em grandes instituições financeiras e a geração de um negócio que se consolidou no mercado de previsão nos Estados Unidos.

A empresa em questão é a Kalshi, fundada em 2018 por Luana e seu sócio, Tarek Mansour, quando ambos estudavam no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). A plataforma permite negociar probabilidades sobre acontecimentos futuros, porquê resultados de eleições ou premiações do cinema, e alcançou avaliação de US$ 11 bilhões em seguida uma novidade rodada de investimentos.

Riqueza da brasileira vem da Kalshi, plataforma de apostas em eventos (Imagem: Divulgação)

Plataforma que transformou previsões em negócio bilionário

A Kalshi opera porquê um mercado em que usuários compram e vendem contratos baseados em eventos concretos. O protótipo funciona porquê uma espécie de bolsa, voltada principalmente a previsões, e faz com que cada operação represente uma aposta na possibilidade de um desfecho específico. A empresa ressalta que não participa financeiramente dos resultados; sua receita vem da taxa cobrada por transação.

A plataforma é regulada pela Commodity Futures Trading Commission, filial independente do governo dos Estados Unidos supervisionada pelo Congresso. A regulamentação foi determinante para que a empresa se diferenciasse de concorrentes que atuavam sem autorização formal. Segundo a Forbes, a aprovação veio em 2020, em seguida um processo multíplice que envolveu consultas a dezenas de escritórios de advocacia.

O incremento depressa da Kalshi levou à rodada de US$ 1 bilhão que elevou o valor de mercado para US$ 11 bilhões. Com isso, Luana e Mansour passaram a ter patrimônio estimado em muro de US$ 1,3 bilhão cada, considerando que ambos possuem aproximadamente 12% da empresa.

A formação de Luana Lara Lopes

Antes de ingressar no MIT, em 2014, Luana teve passagem pela Escola de Teatro Bolshoi em Joinville. O período de treinos intensos marcou a puberdade, segundo relato publicado pela Forbes Brasil, que descreveu a rotina rígida das bailarinas e os desafios competitivos enfrentados naquele envolvente.

A brasileira formou-se em ciência da computação e, ainda durante a graduação, trabalhou em instituições financeiras porquê Bridgewater e Citadel. Paralelamente, somou prêmios acadêmicos, incluindo ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e bronze na Olimpíada de Matemática de Santa Catarina, inspirada por uma rotina de estudos incentivada pelos pais.

Outrossim, a Forbes destacou que Luana chegou a atuar porquê bailarina profissional na Áustria antes de transmigrar definitivamente para a superfície de tecnologia e finanças.

luana kalshi
(Imagem: Reprodução)

Teoria de negócio surgiu ainda no MIT

A parceria com Tarek Mansour começou quando os dois cursavam disciplinas semelhantes e faziam secção do mesmo grupo de estudantes internacionais. A concepção da Kalshi surgiu durante o período em que ambos estagiavam em Novidade York, em 2018. A dupla identificou que muitas decisões em mercados financeiros se baseavam em previsões de eventos externos e imaginou um protótipo em que essas expectativas pudessem ser negociadas diretamente.

Posteriormente a aprovação no programa Y Combinator, em 2019, os fundadores enfrentaram desafios regulatórios que quase inviabilizaram o negócio. Ainda segundo a Forbes, a legitimidade dos mercados de previsão era questionada, e a empresa passou anos operando sem resultado final enquanto aguardava aval federalista.

Um dos momentos mais delicados foi o processo movido pela Kalshi contra a CFTC, em 2023, depois que a filial rejeitou contratos eleitorais. A empresa venceu o caso em 2024, tornando-se a primeira a oferecer contratos eleitorais regulamentados nos EUA em mais de um século.

Expansão e parcerias estratégicas

Com o progressão da base de usuários e a subida demanda por negociações de eventos esportivos, a Kalshi ampliou seu alcance ao integrar a plataforma a corretoras porquê Robinhood e Webull. A empresa também firmou parcerias com organizações porquê a NHL (liga profissional de hóquei no gelo) e com o marketplace StockX.

A expansão incluiu ainda investimentos em blockchain, com integração à Solana, além de novos acordos com veículos de informação para ampliar o entrada aos mercados de previsão.

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Pressão regulatória continua

Apesar da consolidação no setor, a Kalshi enfrenta ações judiciais de alguns estados norte-americanos, que questionam a forma porquê os contratos esportivos devem ser regulamentados e tributados. Mesmo assim, investidores permanecem confiantes quanto à capacidade dos fundadores de superar obstáculos, porquê já ocorreu em outras fases da empresa.

A Forbes registrou que o volume de negociações semanais supera US$ 1 bilhão, e mais de 90% desse valor está relacionado a contratos esportivos. Com o incremento estável e a poderoso presença em diferentes mercados, a Kalshi se consolidou porquê uma das empresas mais relevantes no segmento de previsões.

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