O garçom Antônio Charlan Rocha Souza, acusado de matar o vereador César Veras em Camocim, no Ceará, sofria de transtorno psicótico no momento do crime e estava completamente incapaz de entender o caráter ilícito do fato.
De acordo com a perícia, o acusado apresentava um quadro de transtorno psicótico não orgânico não especificado, classificado pelo CID-10 como F29.
Investigações
As investigações ainda apontam que o garçom poderia ter cometido o crime motivado por suposto assédio moral sofrido no ambiente de trabalho.
Imagens de câmeras de segurança mostram o acusado próximo da faca utilizada no crime horas antes do ataque.
Repercussão
A Justiça abriu prazo para manifestação da defesa, do Ministério Público do Ceará e da assistência de acusação.
O advogado da família do vereador, Leandro Vasques, afirmou que reconhece o trabalho técnico da perícia, mas defende aprofundamento das investigações.