A rejeição do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) é considerada uma derrota histórica para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
A votação secreta no plenário do Senado resultou em 42 votos contra e 34 a favor da indicação de Messias, que foi realizada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Os senadores da oposição celebraram o resultado, alegando que a rejeição do nome de Messias foi uma vitória para a independência do STF e para a manutenção dos direitos e liberdades do povo brasileiro.
O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, argumentou que o resultado da votação não representa a opinião do povo brasileiro e que foi influenciado pelo 'processo eleitoral'.
A rejeição do nome de Messias é considerada um avanço para a independência do STF e para a manutenção dos direitos e liberdades do povo brasileiro.