Paralisações de obras públicas são um problema recorrente no país. De acordo com um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), mais de 11.000 empreendimentos financiados com recursos federais estão em staus de paralisação, o que representa cerca de 50% do total de obras em andamento. Em 2025, foram investidos R$ 15,9 bilhões em empreendimentos que não chegaram ao fim.
A duplicação da BR-381, em Minas Gerais, é um exemplo de ineficiência no uso do dinheiro público. Iniciada em 2015, a obra já consumiu R$ 530 milhões e ainda não foi concluída.
A situação é especialmente preocupante nos setores da educação e saúde, que somam 70% das paralisações. Segundo especialistas, a desigualdade setorial está relacionada ao perfil dessas políticas públicas, que envolvem grande número de empreendimentos distribuídos pelo território nacional e executados, em grande parte, por governos locais.
A distribuição geográfica também evidencia desigualdades. Maranhão, Bahia, Pará e Minas Gerais lideram o ranking de empreendimentos interrompidos em números absolutos
A duplicação da BR-381, em Minas Gerais, é um exemplo de ineficiência no uso do dinheiro público. Iniciada em 2015, a obra já consumiu R$ 530 milhões e ainda não foi concluída.
A situação é especialmente preocupante nos setores da educação e saúde, que somam 70% das paralisações. Segundo especialistas, a desigualdade setorial está relacionada ao perfil dessas políticas públicas, que envolvem grande número de empreendimentos distribuídos pelo território nacional e executados, em grande parte, por governos locais.
A distribuição geográfica também evidencia desigualdades. Maranhão, Bahia, Pará e Minas Gerais lideram o ranking de empreendimentos interrompidos em números absolutos