O médico Matheus Gabriel Braia foi condenado ao pagamento de R$ 40 salários mínimos em danos coletivos por participar de um trote universitário misógino em 2019.
O caso ocorreu no curso de medicina da Universidade de Franca (Unifran) e envolvia um discurso de 'juramento' que deveria ser repetido pelas calouras do curso.
O texto dizia que as alunas 'deveriam estar à disposição dos veteranos' e 'nunca recusar a uma tentativa de coito de um veterano', ofendendo a dignidade das mulheres.