A crise entre André Mendonça e a Polícia Federal tem sido dominada pela narrativa de um ministro bolsonarista incomodado com investigações. Mas há perguntas que passam despercebidas.
A PF pediu a abertura de três inquéritos diferentes em torno de uma mesma acusação de tráfico de influência. Mas quais são as diferenças entre esses inquéritos?
Qual fato novo justificou cada abertura? E quais provas existiam quando as representações foram apresentadas?
Inclusive, elementos relacionados às novas frentes foram formalmente juntados nos autos das investigações do INSS, mas a cronologia não prova irregularidade.