A Valve, empresa por trás do Steam, decidiu não subsidiar o preço do Steam Machine, mantendo-o acima de US$1.000. Isso vai de encontro à prática comum de Sony, Microsoft e Nintendo, que vendem seus consoles abaixo do custo para atrair consumidores.
Filosofia de Liberdade
A Valve acredita que subsidiar o hardware conflita com sua crença em ecossistemas abertos. Sistemas abertos são considerados melhores no longo prazo, tanto para a empresa quanto para os consumidores. A prática de vender hardware abaixo do custo para obter vantagem competitiva é vista como uma forma de criar sistemas fechados, onde o consumidor não tem escolha sobre o software a ser usado.
A empresa defende sua posição, argumentando que, ao contrário de outros consoles, o Steam Machine permite a instalação de outros sistemas operacionais e lojas de jogos, promovendo, assim, a liberdade de escolha do consumidor.