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Sobretaxa de 40% continua a ser entrave com EUA, apontam entidades

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 16/11/2025 às 09:14 · Atualizado há 3 dias
Sobretaxa de 40% continua a ser entrave com EUA, apontam entidades
Foto: Reprodução / Arquivo
Apesar de indicar a disposição para negociações por secção dos Estados Unidos, a retirada da tarifa de 10% para 238 produtos traz somente pequeno conforto para a maioria dos setores. Segundo a maior secção das entidades dos setores afetados pelo tarifaço, o principal entrave permanece: a sobretaxa suplementar de 40% imposta no termo de julho pelo governo Donald Trump.
A medida beneficia diretamente 80 itens que o Brasil vende aos Estados Unidos, mas a sobretaxa de 40% continua a afetar a maior secção dos produtos brasileiros. Na avaliação das entidades, o Brasil precisará intensificar o diálogo diplomático para buscar a eliminação completa das tarifas extras e restaurar condições de competitividade no mercado norte-americano.
Unicamente quatro produtos passam a ter isenção completa de tarifas para os Estados Unidos: três tipos de suco de laranja e a castanha-do-pará. Os outros 76 continuam sujeitos à tarifa de 40%, entre os quais cafés não torrados, cortes de músculos bovina, frutas e hortaliças.
Indústria
As entidades industriais brasileiras avaliaram a medida uma vez que um gesto positivo, mas insuficiente. Segundo estudo da Confederação Vernáculo da Indústria (CNI), os 80 itens beneficiados pela suspensão da tarifa de 10% representaram US$ 4,6 bilhões em exportações em 2024, murado de 11% do totalidade enviado pelo Brasil aos EUA.
A CNI afirma que a manutenção da sobretaxa de 40% mantém o Brasil em desvantagem frente a concorrentes que não enfrentam as mesmas barreiras. A entidade reforça a urgência no progresso das negociações.
“É muito importante negociar o quanto antes um conciliação para que o resultado brasílio volte a competir em condições melhores”, declarou em nota o presidente da entidade, Ricardo Alban.
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) também considera o incisão um progresso restringido.
“É um passo importante, mas ainda insuficiente”, afirmou em expedido o presidente Flávio Roscoe. A federação reforça que produtos importantes da taxa de exportação do estado, uma vez que carnes e moca, continuam afetados.
Músculos
Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) teve a reação mais favorável, destacando o retorno de previsibilidade ao negócio bilateral. Em nota, a associação afirmou que a redução “reforça a crédito no diálogo técnico entre os dois países.”
“A medida reforça a crédito no diálogo técnico entre os dois países e reconhece a relevância da músculos do Brasil, marcada pela qualidade, pela regularidade e pela taxa para a segurança nutrir mundial”, informou a entidade.
“A redução tarifária devolve previsibilidade ao setor e cria condições mais adequadas para o bom funcionamento do negócio”, completou o expedido da Abiec.
Segundo a entidade, a tarifação sobre músculos bovina brasileira caiu de 76,4% para 66,4%, com a retirada da tarifa global de 10%. Antes do governo de Donald Trump, os Estados Unidos taxavam o resultado em 26,4%.
Moca
O setor cafeeiro mantém cautela e aguarda esclarecimentos sobre o alcance da redução. Em nota emitida na noite de sexta-feira (14), o Recomendação dos Exportadores de Moca do Brasil (Cecafé) considera necessária uma estudo técnica suplementar. Produtor de metade do moca tipo arábicas do planeta, o Brasil fornece murado de um terço dos grãos aos Estados Unidos.
No caso brasílio, a concorrência com outros grandes exportadores de moca representa o principal tropeço. A tarifa estadunidense para os grãos brasileiros caiu de 50% para 40%, mas as tarifas foram zeradas para o resultado colombiano e praticamente zeradas para o moca vietnamita.
“O moca também reduziu 10% [pontos percentuais], mas tem concorrente que reduziu 20% [pontos percentuais]. Portanto esse é o interesse que tem que ser feito agora para melhorar a competitividade”, disse no início da tarde o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Negócio e Serviços, Geraldo Alckmin.

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