A Opea, por sua vez, tem expandido sua atuação no mercado de capitais, somando cerca de R$ 8 bilhões em ativos emitidos, incluindo FIDCs, certificados de recebíveis e debêntures de securitização. Segundo Antoniazzi, o crédito estruturado tem ganhado força como alternativa de funding, especialmente após a crise das Lojas Americanas, que levou os bancos a reduzirem linhas de financiamento atreladas a recebíveis comerciais. “Nossa arquitetura tecnológica é adaptável a diferentes setores e portes de empresas, garantindo soluções flexíveis e eficientes”, conclui Antoniazzi.
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