Mas o Neo não está sozinho. O mercado de robôs humanoides oferece modelos com diferentes funções, desde interação social até cuidado de idosos e pesquisa acadêmica. Cada robô combina inteligência artificial, movimentos realistas e reconhecimento social, atendendo públicos distintos.
O Atlas, da Boston Dynamics, é um robô bípedo ágil, especializado em saltos, corridas e tarefas complexas, mas voltado principalmente à pesquisa, com preço acima de US$ 100 mil (cerca de R$ 540 mil). Já Sophia, da Hanson Robotics, é um humanoide social focado em conversação e reconhecimento facial, usado em educação e mídia, custando entre US$ 100 mil e US$ 150 mil (cerca de R$ 800 mil).
Ameca, da Engineered Arts, prioriza interações sociais realistas, com expressões faciais e respostas inteligentes, a partir de US$ 120 mil (cerca de R$ 650 mil). Por fim, o Robear, desenvolvido pela RIKEN e Sumitomo Riko, auxilia no cuidado de idosos, levantando e transportando pessoas com segurança; estimativas apontam valores entre US$ 80 mil e US$ 100 mil (cerca de R$ 540 mil), mas ainda não é comercializado.