Na idade, Carrizosa era consultora na Bain & Company, e Jaramillo tocava sua empresa de desenvolvimento de software, que mantém até hoje. Quando decidiram transformar o óleo em marca, vieram os primeiros desafios: validar a receita, prometer segurança cevar, registrar a empresa e gerar a identidade visual. A mudança para os EUA tornou tudo mais multíplice. A marca original, “Bestial”, não funcionava muito no mercado americano e precisou ser rebatizada.