Promessa de sucesso, lucro certo, rentabilidade garantida: essas iscas atiradas pelo franqueador como propaganda devem ser traduzidas em dados efetivos, o que nem sempre acontece, segundo Natan Baril, diretor jurídico da Associação Brasileira de Franchising (ABF). “É preciso ir mais a fundo sobre o que é o empreendimento e quais são os seus riscos”, diz. Além da COF, ele sugere solicitar o plano de negócios da franquia, que estrutura toda a lógica do empreendimento. Muitas vezes, ele apresenta projeções – faturamento e lucro, curva de maturação, estimativa do fluxo de caixa, margens operacionais e indicadores como tíquete médio e número de clientes –, que permitem uma análise mais apurada da viabilidade econômico-financeira da operação.