Uma equipe de arqueólogos no setentrião da França tem se devotado há quase uma dezena a interpretar os enigmas de um vetusto objeto da Idade do Bronze publicado uma vez que laje de Saint-Bélec. Esta pedra misteriosa, encontrada no país em 2014 posteriormente mais de um século desaparecida, pode ser o planta 3D mais vetusto da Europa.
O artefato apresenta gravuras entalhadas que se acredita representarem o vale do rio Odet, que nasce em Saint-Goazec (nas Montagnes Noires, da Bretanha) e deságua no oceano Atlântico, em Bénodet.
Segundo revelado pelos pesquisadores nesta terça-feira (17), com uma precisão de tapume de 80%, a laje – invenção pela primeira vez em 1900 – oferece pistas fascinantes sobre a cultura pré-histórica sítio.
“Planta do tesouro” arqueológico na França
Yvan Pailler, professor da Universidade da Bretanha Ocidental, responsável principal do cláusula descrito em 2021 na
Bulletin de la Société Préhistorique Française, diz que interpretar as marcas cartográficas do objeto pode ajudar a localizar outros sítios arqueológicos e monumentos da idade.
Ou seja, levante pode ser um verdadeiro “planta do tesouro”. Para Pailler, a utilização desse instrumento uma vez que guia para novas descobertas arqueológicas desafia as técnicas contemporâneas mais sofisticadas ao oferecer uma perspectiva selecção sobre a localização de sítios históricos.
Os especialistas planejam realizar extensos levantamentos nas áreas identificadas na laje, cruzando dados para revelar mais segredos enterrados. Aliás, fragmentos adicionais da pedra encontrados nas proximidades do sítio original estão fornecendo pistas sobre o seu uso pretérito.
Espera-se que esse encontrado tão intrigante possa lançar luz sobre uma era esquecida, reescrevendo segmento da história da França antiga. Ao oferecer um vislumbre do pretérito, a laje de Saint-Bélec representa uma porta de ingressão para uma riqueza de descobertas arqueológicas que podem transformar nossa compreensão das antigas civilizações europeias.