Nixon Pérez Paz e Glendy González de la Cruz foram encontrados mortos no sul da Guatemala, a menos de um ano de terem sido deportados dos Estados Unidos.
Os corpos foram encontrados com ferimentos causados por tiros, e a filha mais nova, Giovanni, de 14 meses, foi encontrada viva, mas desidratada.
Os irmãos migrantes deixaram a Guatemala em busca de uma vida melhor nos Estados Unidos, onde viveram por anos.
No entanto, após serem deportados, foram assassinados em um cenário trágico que levanta questões sobre a violência e a insegurança que muitos imigrantes enfrentam em seus países de origem.
Os detalhes do caso
Nixon Pérez Paz, 43 anos, e Glendy González de la Cruz, 25 anos, deixaram a Guatemala em 2019 em busca de uma vida melhor nos Estados Unidos.
Eles viveram por anos em Overland, uma cidade tranquilidade no Missouri, onde Pérez Paz trabalhava como telhadista e González alternava empregos em empresas de embalagem de frutas e outros setores.
Em 2021, o irmão de Pérez Paz, Rolando, se juntou à família.
No entanto, em abril de 2022, os dois irmãos foram abordados por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) e detidos.
Eles foram deportados para a Guatemala, onde foram encontrados mortos pouco tempo depois.
Um caso que levanta questõesO caso de Nixon e Glendy é um exemplo da violência e insegurança que muitos imigrantes enfrentam em seus países de origem.
Os dois tinham deixado a Guatemala em busca de uma vida melhor nos Estados Unidos, mas acabaram retornando ao país e sendo assassinados.
Esse caso leva a perguntas sobre os efeitos da deportação e a violência que imigrantes enfrentam em seus países de origem.