A pressão sobre a Venezuela e o bloqueio de petróleo iraniano no estreito de Ormuz são apenas alguns dos movimentos dos Estados Unidos para pressionar a China.
Segundo analistas, esses atos vão além de episódios isolados e têm impacto direto sobre o abastecimento de energia para a China.
O presidente americano, Donald Trump, fará uma visita de Estado à China em maio e espera-se que a viagem seja um teste para a capacidade dos dois países de administrar tensões sem romper canais de diálogo.
A questão central é até que ponto essas ações refletem uma estratégia deliberada de pressão sobre a China ou se são, sobretudo, respostas a crises regionais.
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