Salvador foi a capital com a maior alta no preço médio de imóveis residenciais no Brasil em 2025, ao registrar valorização de 16,25% ao longo do ano, segundo dados do Índice FipeZAP divulgados nesta terça-feira (6).
Entre as capitais monitoradas, João Pessoa (PB) aparece logo atrás de Salvador, com alta de 15,15%. Na sequência estão Vitória (15,13%), São Luís (13,91%) e Fortaleza (12,61%).
Na outra ponta, os menores avanços ocorreram em Brasília (4,05%), Goiânia (2,55%) e Aracaju (2,23%). Na prática, essas cidades registraram queda real, já que os reajustes ficaram abaixo da inflação estimada em 4,18% para o período.
Comprar um imóvel residencial ficou, em média, 6,52% mais caro em 2025, segundo o FipeZAP. O resultado representa a segunda maior alta anual dos últimos 11 anos, ficando atrás apenas de 2024, quando os valores avançaram 7,73%.
O aumento superou a inflação ao consumidor em 2025, estimada em 4,18% pelo FipeZAP com base no IPCA acumulado até novembro e no IPCA-15 de dezembro. Os cálculos apontam uma alta real (descontada a inflação) de 2,24% nos imóveis.
Salvador foi a capital com a maior alta no preço médio de imóveis residenciais no Brasil em 2025, ao registrar valorização de 16,25% ao longo do ano, segundo dados do Índice FipeZAP divulgados nesta terça-feira (6).
Entre as capitais monitoradas, João Pessoa (PB) aparece logo atrás de Salvador, com alta de 15,15%. Na sequência estão Vitória (15,13%), São Luís (13,91%) e Fortaleza (12,61%). (veja a lista completa no final desta reportagem)
Na outra ponta, os menores avanços ocorreram em Brasília (4,05%), Goiânia (2,55%) e Aracaju (2,23%). Na prática, essas cidades registraram queda real, já que os reajustes ficaram abaixo da inflação estimada em 4,18% para o período. (entenda mais abaixo)
Avanço nos preços dos imóveis residenciais em 2025, segundo o FipeZAP. — Foto: Arte/g1
Comprar um imóvel residencial ficou, em média, 6,52% mais caro em 2025, segundo o FipeZAP. O resultado representa a segunda maior alta anual dos últimos 11 anos, ficando atrás apenas de 2024, quando os valores avançaram 7,73%.
O aumento superou a inflação ao consumidor em 2025, estimada em 4,18% pelo FipeZAP com base no IPCA acumulado até novembro e no IPCA-15 de dezembro. Os cálculos apontam uma alta real (descontada a inflação) de 2,24% nos imóveis.
Paula Reis, economista do Grupo OLX, explica que o aumento está relacionado ao desempenho da economia brasileira, que deve fechar 2025 com bons resultados, especialmente no mercado de trabalho.
A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,2% no trimestre terminado em novembro, mostrou a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. Essa é a menor taxa de desocupação da série histórica, iniciada em 2012.
Já o Produto Interno Bruto (PIB) — que terá o resultado oficial de 2025 divulgado em março — superou as projeções do mercado. No início do ano, a previsão era de uma alta na casa dos 2,04%. Agora, espera-se um crescimento em torno de 2,3%.
O preço médio de venda de imóveis residenciais, calculado para as 56 cidades, foi de R$ 9.611/m², segundo dados de dezembro. Considerando essa base, um apartamento de 50 metros quadrados custou, em média, R$ 480,5 mil.
Os imóveis de um dormitório registraram preço médio de venda superior aos de dois dormitórios. Eles foram negociados a R$ 11.669/m², contra R$ 8.622/m².
A cidade mais cara da lista é Balneário Camboriú (SC), onde o metro quadrado do imóvel custa, em média, R$ 14.906. No caso de uma residência de 50 metros, por exemplo, o valor no município é de R$ 745,3 mil.
Quando consideradas as 22 capitais brasileiras medidas pelo índice, Vitória (ES) lidera: R$ 14.108/m². Em seguida, estão Florianópolis (R$ 12.773/m²) e São Paulo (R$ 11.900/m²).
A cidade com o metro quadrado mais barato é Pelotas (RS), custando R$ 4.353, em média. Com isso, um imóvel de 50m² custaria em torno de R$ 217,6 mil.
Veja o preço médio de venda nas capitais (m²), em dados de dezembro.
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