A Petrobras iniciou na tarde de domingo (24), a avaliação pré-operacional (APO), última etapa do processo de licenciamento ambiental para perfuração de um poço em um bloco de petróleo, na Bacia da Foz do Amazonas (AP), na Margem Equatorial.
O processo, segundo a estatal, é uma simulação que tem como objetivo testar o plano de resposta à emergência apresentado pela Petrobras ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama).
A APO, na prática, simula um vazamento de óleo e a companhia precisa demonstrar a capacidade de atender à emergência. É neste momento que o Ibama avalia em campo a capacidade de aplicação de planos conceituais enviados anteriormente pela petroleira ao órgão.
No caso da Foz, tanto o Plano de Emergência Individual (PEI) quanto o Plano de Proteção à Fauna (PPAF) apresentados pela Petrobras foram aprovados conceitualmente pelo Ibama.
A previsão é que a APO dure entre três e quatro dias.
Entre os equipamentos mobilizados para a atividade serão usadas seis embarcações com equipamentos para contenção e recolhimento de óleo, o navio-sonda que será utilizado no processo de perfuração e três aeronaves para resgate aeromédico, resgate de fauna e monitoramento aéreo, entre outros recursos.
A simulação também envolve os dois centros de fauna implantados pela Petrobras, um em Oiapoque (AP), município mais próximo do local da atividade, e outro em Belém.
A Petrobras estima a participação de 400 pessoas na APO.