Após o Banco Central ter efetuado intervenções cambiais em dezembro que superaram os US$ 21,5 bilhões em vendas de dólares no mercado à vista e US$ 30 bilhões quando considerados os leilões de linha, o diretor de política econômica, Diogo Guillen, negou que tenha havido qualquer mudança na forma de conduzir a política cambial do país. Segundo ele, dezembro é um mês em que tradicionalmente há saída de recursos do Brasil, e que foi situação agravada neste ano por um fluxo negativo no mercado à vista.
“A mensagem principal é que não houve mudança da forma de conduzir política cambial. Fizemos e fazemos as intervenções para evitar disfuncionalidade na taxa de câmbio. Em dezembro costuma ter um ‘outflow’ (fluxo de saída); apenas em 2023 que acabamos não fazendo nenhuma intervenção no mercado. Somado a isso, tivemos um fluxo negativo neste mês e fizemos a intervenção para evitar disfuncionalidade”, afirmou Guillen, em live organizada pelo Bradesco Asset Management.
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