O Ministério Público Federal (MPF) do Amapá enviou ofícios para à Petrobras e para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pedindo esclarecimentos sobre o vazamento informado pela petroleira na Bacia da Foz do Amazonas.
Em nota, o MPF diz que os pedidos foram feitos com urgência, com prazo de 48 horas.
A Petrobras informou na terça-feira (6) sobre um vazamento de fluido de perfuração no bloco FZA-M-59, na Bacia da Foz do Amazonas, parte da Margem Equatorial.
O bloco fica a 175 quilômetros da costa do Amapá. A ocorrência levou a companhia a suspender a exploração por petróleo na região. Ainda não há previsão de retorno.
Ausência de um gatilho para a formação de preço do câmbio hoje, seja pelo noticiário ou por indicadores econômicos, levou o investidor a corrigir parte do movimento recente
Números do mercado de trabalho americano abaixo das expectativas marcam negócios
Em sua rede Truth Social, o presidente dos Estados Unidos vem numa escalada de tom desde a prisão de Maduro, no sábado, que vai muito além do narcisismo que já era conhecido
O Ministério Público Federal do Amapá enviou ofícios à petroleira e ao instituto determinando prazo de 48 horas para os esclarecimentos
Maior fabricante de memórias do mundo prevê que a escassez de chips de memória aumentará os preços em toda a indústria eletroeletrônica, disse executivo da Samsung durante a feira CES 2026
Instauração de sindicância ocorre após ex-presidente sofrer queda na cela onde cumpre pena
Segundo fontes, tendência é que despacho de Jhonatan de Jesus com o recuo seja divulgado ainda nesta quarta-feira
Tomada militar pelos EUA da ilha ártica de um aliado de longa data, a Dinamarca, enviaria ondas de choque através da aliança da Otan e aprofundaria a divisão entre Trump e os líderes europeus
Consenso é de que a fabricante entregou um desempenho robusto, impulsionado pela aviação executiva, compensando uma fraqueza pontual na divisão comercial por conta do mix de produtos entregues
O nome de Fábio Luís Lula da Silva foi mencionado pelo empresário Edson Claro, ligado a Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", em depoimento dado à Polícia Federal em dezembro