O Morgan Stanley entrou com pedidos para lançar fundos negociados em bolsa (ETFs) de bitcoin (BTC) e solana (SOL), marcando sua primeira incursão nesse segmento popular do mercado de fundos, dois anos após a explosão dos ETFs focados em criptoativos nos Estados Unidos tê-los levado ao mainstream.
Nesta terça-feira (6), a instituição apresentou a documentação para um Bitcoin Trust e um Solana Trust, cada um deles destinado a manter diretamente as respectivas criptomoedas. O produto de solana destinaria uma parte dos ativos ao staking, processo pelo qual são obtidas recompensas ao permitir que os tokens detidos sejam utilizados para dar suporte à rede blockchain. Os trusts seriam patrocinados pela Morgan Stanley Investment Management, segundo os documentos.
O registro ocorre em um momento em que os participantes tradicionais de Wall Street ampliam sua presença no mercado de ativos digitais. Instituições como Goldman Sachs, J.P. Morgan e Citigroup intensificaram seus esforços institucionais em cripto, lançando operações de negociação e testando iniciativas de custódia, liquidação e tokenização. Mais de US$ 150 bilhões já estão alocados em cerca de 130 fundos nos EUA, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. Grande parte desse montante está em produtos específicos de bitcoin, muitos dos quais foram lançados em janeiro de 2024 com sucesso imediato.
Cripto está se tornando grande demais para ser ignorado pelos emissores, especialmente aqueles que contam com assessores internos
— disse Todd Sohn, estrategista sênior de ETFs da Strategas Securities. “Este é mais um marco de adoção, semelhante ao fato de a Vanguard permitir a negociação de ETFs de cripto e o Bank of America autorizar uma pequena alocação. É raro que uma nova classe de ativos entre no espaço de ETFs, daí a adoção crescente por grandes instituições.”
Atualmente, mais de 10 fundos focados exclusivamente em bitcoin já são negociados nos Estados Unidos, assim como diversos produtos baseados em solana, a sexta maior criptomoeda em valor de mercado. Embora fundos de bitcoin, como o IBIT da BlackRock, tenham atraído bilhões de dólares, muitos dos produtos mais nichados, baseados em tokens menos conhecidos, têm enfrentado dificuldades para captar volumes relevantes de recursos.
O Morgan Stanley atualmente não figura entre os 10 maiores emissores de ETFs, segundo dados compilados pela Bloomberg Intelligence, e administra menos ativos nesse segmento do que recém-chegados como a Neos Investments, que iniciou suas operações em 2022. Os fundos existentes do Morgan Stanley concentram-se majoritariamente em renda fixa e ações.
Ainda assim, o banco tem demonstrado maior interesse pelo setor de criptoativos recentemente. A Bloomberg News informou em setembro que o Morgan Stanley firmou parceria com um provedor de infraestrutura de criptomoedas para permitir que clientes da E*Trade negociem tokens populares a partir de 2026, além de planejar o lançamento de uma estratégia de alocação de ativos voltada para cripto. A instituição também vinha avaliando usos mais amplos para a tokenização.
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