Apesar de a União Europeia ter confirmado, nesta sexta-feira, a assinatura do acordo de livre-comércio com o Mercosul, o governo brasileiro não vê a necessidade de uma nova reunião de cúpula entre os presidentes sul-americanos do bloco. Segundo integrantes do Palácio do Planalto, a tendência é que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, escale ministros e auxiliares como representantes do Brasil para chancelar o tratado, o deve que acontecer no próximo dia 17 de janeiro, em Assunção, em Paraguai.
A organização desse encontro é prerrogativa do presidente paraguaio, Santiago Peña, que assumiu a presidência rotativa do Mercosul no início deste ano. A avaliação do governo brasileiro, no entanto, é de que não será necessário a presença de chefes de Estado para a formalização do acordo Mercosul-UE, já que os presidentes sul-americanos se reuniram há poucos dias — em dezembro de 2025, em Foz do Iguaçu.
O pouco interesse do Brasil em uma nova reunião de chefes de Estado também coincide com a frustração de Lula, que almejava ter anunciado o tratado comercial durante o mandato do Brasil à frente do Mercosul. O petista não escondia o desejo de colher os frutos políticos do acordo político com os europeus durante a presidência brasileira no Mercosul, o que acabou não sendo possível em função das divergências dos países.
O presidente Lula chegou a ameaçar desistir do acordo, inclusive, como forma de pressão para que países como Itália e França apoiassem a assinatura do tratado. Isso porque tanto o presidente francês, Emmanuel Macron, como o a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, estavam trabalhando contra a aproximação entre os dois blocos comerciais.
Na prática, este será o maior pacto comercial do bloco europeu, mais de 25 anos após o início das negociações e depois de meses de disputa para garantir o apoio dos principais Estados-membros. Os países tinham até as 13h (horário de Brasília) para confirmar seus votos por escrito, depois que os embaixadores dos 27 membros da UE sinalizaram sua aprovação provisória do acordo algumas horas antes. O pacto ainda precisa da aprovação do Parlamento Europeu para entrar em vigor.
Além da United, a American Airlines também se comprometeu em aportar US$ 100 milhões na Azul; tema, entretanto, ainda não foi avaliado pelo órgão
A organização desse encontro, que deve ocorrer no dia 17, é prerrogativa do presidente paraguaio, Santiago Peña, que assumiu a presidência rotativa do Mercosul no início deste ano
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Cerimônia de assinatura deve ocorrer no Paraguai, já que o presidente do país, Santiago Peña, exerce neste ano a presidência do Mercosul
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