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Governo defende que investigações no Banco Master aconteçam 'custe o que custar' e BC tem

O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), disse nesta quinta-feira (8) que o governo Luiz Inácio Lula da Silva vai defender que as investi...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 08/01/2026 às 11:05 · Atualizado há 4 dias
Governo defende que investigações no Banco Master aconteçam 'custe o que custar' e BC tem
Foto: Reprodução / Arquivo

O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), disse nesta quinta-feira (8) que o governo Luiz Inácio Lula da Silva vai defender que as investigações envolvendo caso do Banco Master aconteçam "custe o que custar", independente de quem for atingido.

Neste sentido, ele acrescentou que a gestão petista não se opõe à instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o caso. Apesar disso, o próprio líder do governo admitiu, em seguida, que as chances de uma Comissão Parlamentar de Inquérito são pequenas por conta de o Congresso estar focado nas eleições.

A posição que temos é que o Banco Central tem de ser respeitado nas suas atribuições. Esta operação ocorreu sob o governo do presidente Lula, com a Polícia Federal e com as instituições republicanas funcionando, algo que eu acredito que não ocorreria em tempos passados. Então, essa operação é resultado concreto de uma Polícia Federal independente, republicana e autônoma atuando sob o governo do presidente Lula

— afirmou.

O Banco Central tem sofrido ataques coordenados na redes sociais por conta da liquidação do Banco Master, e sua decisão tem sido colocada em xeque em meio a intervenções do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Supremo Tribunal Federal (STF).

A posição do governo é que as investigações aconteçam, custe o que custar, atinja quem tiver que atingir, tanto essa investigação quanto as outras. Sobre a CPI, vamos avaliar ainda. Temos de ver o tempo de funcionamento de uma eventual CPI

— Na sequência, Randolfe foi questionado sobre a criação de uma CPI para apurar o imbróglio. , afirmou o líder do governo.

Nós estamos num ano que, por razões óbvias, a partir de agosto, o Congresso funciona só com uma sessão durante a semana por conta do período eleitoral

— explicou.

para uma investigação conduzida pelo Congresso.

— Por fim, o senador acrescentou que não sabe se "há viabilidadeTemos um período de julho até o final do ano envolvido com a campanha eleitoral. Então, não sei se a viabilidade pragmática do funcionamento do Congresso Nacional possibilita a CPI, mas o governo não tem nenhum veto a qualquer tipo de investigação, seja qual for", concluiu.

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