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G20 pede cessar-fogo em Gaza e defende ‘boa vizinhança’ entre Rússia e Ucrânia | Brasil

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 18/11/2024 às 20:18 · Atualizado há 1 dia
G20 pede cessar-fogo em Gaza e defende ‘boa vizinhança’ entre Rússia e Ucrânia | Brasil
Foto: Reprodução / Arquivo

A declaração final da Cúpula do Líderes do G20 defendeu um cessar-fogo na guerra que assola a Faixa de Gaza, pedindo uma solução de dois Estados para a região e a expansão da ajuda humanitária no território palestino e no Líbano. O mesmo tom de urgência, no entanto, não esteve presente no parágrafo que versa sobre a guerra entre Ucrânia e Rússia no Leste Europeu — pedindo apenas “relações pacíficas” e “boa vizinhança” entre os dois países.

Para o primeiro caso, o comunicado conjunto dos chefes de Estado das 21 maiores economias do mundo diz expressar “profunda preocupação com a situação humanitária catastrófica na Faixa de Gaza e a escalada no Líbano”.

“Enfatizamos a necessidade urgente de expandir o fluxo de assistência humanitária, reforçar a proteção de civis e exigir a remoção de todas as barreiras à prestação de assistência humanitária em escala”, continua o texto.

O texto, então, pede que seja implementada a solução de dois Estados na região, um israelense e outro palestino:

“Afirmando o direito palestino à autodeterminação, reiteramos nosso compromisso inabalável com a visão da solução de dois Estados, onde Israel e um Estado palestino vivam lado a lado, em paz, dentro de fronteiras seguras e reconhecidas”.

"Estamos unidos em apoio a um cessar-fogo em Gaza", diz a declaração final do G20.

Já no parágrafo da guerra Ucrânia, o tom é mais ameno. A Rússia, que não é citada no documento, é um dos países que integram o G20, e o conflito foi um dos temas que precisou ser tocado com cuidado na elaboração do texto final.

“Destacamos o sofrimento humano e os impactos negativos adicionais da guerra no que diz respeito à segurança alimentar e energética global, cadeias de suprimentos, estabilidade macrofinanceira, inflação e crescimento”, diz o comunicado, relembrando que o conflito já havia sido mencionado na declaração final da cúpula do ano passado, presidida pela Índia.

O documento saúda “todas as iniciativas relevantes e construtivas que apoiam uma paz abrangente” e pede para que os princípios da carta da ONU promovam “relações pacíficas, amigáveis e de boa vizinhança entre as nações".
Plenária da cúpula do G20, no Rio de Janeiro (RJ) — Foto: Ricardo Stuckert/PR

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