As duas últimas décadas foram duras com a TV. Houve a disparada do YouTube e da Netflix, somada à fuga de espectadores para as redes sociais. Diante das mudanças, a narrativa de que a morte da TV está próxima foi ganhando terreno e estimulou a falácia entre os anunciantes de que o futuro da publicidade inescapavelmente está no digital.