O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, pediu que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), instale uma mesa de conciliação para discutir os termos da venda de ativos e da liquidação da instituição financeira. A informação foi revelada pelo jornal Folha de S. Paulo e confirmada pelo Valor.
A solicitação foi feita em 19 de dezembro, um mês depois de o Banco Central (BC) decretar a liquidação extrajudicial do Master. Segundo fontes, o objetivo do pedido não seria reverter a liquidação, mas tentar mostrar que o Master teria condições de arcar com compromissos relacionados à venda de ativos.
Para isso, a defesa de Vorcaro pediu que seja instalada uma mesa de conciliação com o BC, o Ministério Público Federal (MPF), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Fictor Holding Financeira, grupo de participação e gestão de empresas que apresentou uma proposta para comprar o Master antes da liquidação do banco.
Toffoli ainda não deu nenhuma decisão sobre o tema. Interlocutores têm repetido nas últimas semanas que o processo sobre a relatoria do ministro não discutirá a liquidação do Master, mas somente supostas irregularidades sobre a venda de papéis.
Ministros do Supremo consultados pelo Valor afirmam que a liquidação já foi decidida pelo BC e que atuações externas seriam atos indevidos de ingerência. A inspeção que o ministro do TCU Jhonatan de Jesus pretendia fazer no BC, por exemplo, foi criticada por integrantes da Corte. Jesus recuou da medida e a submeterá ao plenário da Corte de Contas. No entanto, há uma ala minoritária no Supremo que entende que a atuação do TCU foi regular e que apurações sobre a liquidação são necessárias.
A investigação sobre a tentativa de venda do Master ao BRB tramita no STF em segredo de Justiça. Segundo a apuração, o Master teria vendido títulos de crédito falsos. Vorcaro chegou a ser preso antes de o caso subir ao Supremo, mas foi solto pouco depois pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
A prisão ocorreu no âmbito da Operação Compliance Zero, que mira a emissão de títulos de créditos falsos por instituições que integram o Sistema Financeiro Nacional (SFN).
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