A Dasa reverteu o prejuízo de R$ 87,5 milhões de um ano antes e alcançou lucro líquido de R$ 95,8 milhões no terceiro trimestre de 2025.
Apesar do recuo de 34,3% das receitas líquidas, somando R$ 2,6 bilhões, o desempenho de julho a setembro foi beneficiado pela queda de 39% dos custos e da retração de 37,5% das despesas — de R$ 1,72 bilhão e R$ 437,7 milhões, respectivamente. A melhora do resultado financeiro líquido também ajudou, representando despesas de R$ 368,3 milhões, 27,7% subordinado às perdas apuradas no mesmo período do ano anterior, refletindo o menor nível de endividamento.
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Os ganhos de R$ 61,8 milhões de equivalência patrimonial contribuíram para o balanço, considerando que a risco não rendeu nenhum resultado no ano pretérito. Aliás, os números relativos à joint venture com a Amil, Rede Américas, são contabilizados via equivalência patrimonial. A Rede Américas teve receita de R$ 3,1 bilhões e R$ 659 milhões de lucro bruto no terceiro trimestre.
A rubrica de Imposto de Renda e Tributo Social sobre o Lucro influenciou positivamente os números. A companhia foi favorecida com R$ 21,3 milhões devido aos impostos, contra as perdas de R$ 18,4 milhões do terceiro trimestre de 2024.
O resultado antes de juros, impostos, desabono e amortização (Ebitda, na {sigla} em inglês) perdeu 8% na base anual, atingindo R$ 691 milhões, com margem de 26,5% — queda de 7,6 pontos percentuais.
O fluxo de caixa livre foi de R$ 415 milhões no período, 251,2% superior ao patamar do terceiro trimestre do ano anterior.
A dívida líquida contraiu de R$ 6,76 bilhões para R$ 6,10 bilhões, do segundo para o terceiro trimestre deste ano. Medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, a alavancagem recuou de 2,82 vezes para 2,62 vezes.