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Bitcoin cai com continuidade de realização de lucros após ter atingido os US$ 103 mil | Criptomoedas

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 09/12/2024 às 10:31 · Atualizado há 1 dia

O bitcoin (BTC) opera em queda nesta segunda-feira (9) com continuidade do movimento de realização de lucros depois da maior das criptomoedas bater uma nova máxima histórica acima dos US$ 103 mil na semana passada. A expectativa é de que o mercado de criptomoedas precise de um novo driver macroeconômico, regulatório ou específico do setor para voltar a buscar novas máximas.

Perto das 10h12 (horário de Brasília) o bitcoin cai 1,9% em 24 horas, cotado a US$ 98.243 e o ether, moeda digital da rede Ethereum, tem queda de 3,4% a US$ 3.857, conforme dados do CoinGecko. O valor de mercado somado de todas as criptomoedas do mundo é de US$ 3,74 trilhões. Em reais, o bitcoin apresenta perdas de 2,9% a R$ 597.856, enquanto o ether recua 4,2% a R$ 23.479, de acordo com valores fornecidos pelo MB.

Entre as altcoins (as criptomoedas que não são o bitcoin), o XRP, token de pagamentos internacionais da Ripple, tem queda de 6,4% a US$ 2,39. Já a solana se desvaloriza em 3,9% a US$ 227,43 e o BNB (token da Binance Smart Chain) recua 2,1% a US$ 726,16.

Entre os fundos negociados em bolsa (ETFs) de bitcoin à vista negociados nas bolsas americanas, na sexta (6) foi registrado um saldo líquido positivo de US$ 376,6 milhões. Os principais responsáveis pelos números positivos foram o IBIT, da BlackRock, com US$ 257 milhões de excesso de compras de cotas em relação às vendas, e o FBTC, da Fidelity, com US$ 120,2 milhões. Entre os ETFs de ether, o fluxo foi positivo em US$ 83,8 milhões. Quem impulsionou a entrada de dinheiro foi o FETH, da Fidelity, com US$ 47,9 milhões e o ETHA, da BlackRock, com US$ 34,6 milhões.

No radar corporativo, uma notícia do site “Coindesk” revelou que acionistas da Amazon estão pedindo para que a empresa passe a manter parte do seu caixa em bitcoin com o objetivo de melhorar a rentabilidade das reservas e conservar mais valor protegido da inflação. A proposta dos acionistas é de que a empresa fundada por Jeff Bezzos mantenha pelo menos 5% em BTC.

Uma grande empresa de tecnologia investir parte do seu caixa em bitcoin não seria novidade, pois a desenvolvedora de softwares MicroStrategy se tornou célebre por fazer isso desde 2020. Hoje, a companhia de Michael Saylor vai além e emite dívida conversível em ações para financiar suas compras da moeda digital.

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