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Biden concede perdão a mais de 1.500 pessoas no maior ato de clemência em um dia, nos EUA | Mundo

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 12/12/2024 às 10:46 · Atualizado há 3 dias
Biden concede perdão a mais de 1.500 pessoas no maior ato de clemência em um dia, nos EUA | Mundo
Foto: Reprodução / Arquivo

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou, nesta quinta-feira (12), que está concedendo perdão às sentenças de 1,5 mil pessoas que estão em prisão domiciliar desde a pandemia e a 39 condenados por crimes não violentos. É o maior ato de clemência por um presidente americano em um único dia.

Em comunicado, a Casa Branca afirmou que os perdões afetam principalmente aqueles que foram libertados da prisão e colocados em prisão domiciliar durante a pandemia de covid-19, assim como crimes não violentos – por exemplo, por posse de maconha.

Segundo a Casa Branca, Biden é o primeiro presidente a emitir perdões categóricos para pessoas condenadas por uso simples e posse de maconha, assim como para ex-militares condenados sob as antigas leis militares que puniam condutas homossexuais.

“Os EUA foram criados sobre a promessa de possibilidades e segundas chances”, disse Biden, em uma declaração.

“Como presidente, tenho o grande privilégio de conceder clemência a pessoas que demonstraram arrependimento e reabilitação, restaurando a oportunidade para que os americanos participem da vida cotidiana, contribuam com suas comunidades e promovendo medidas para eliminar disparidades nas sentenças de crimes não violentos, especialmente para aqueles condenados por delitos relacionados a drogas”.

Biden afirmou, ainda, que tomará mais medidas nas próximas semanas e continuará analisando petições de perdão. O segundo maior ato de perdão de um presidente americano em um único dia foi de Barack Obama, com 330, pouco antes de deixar o cargo em 2017.

O anúncio ocorre duas semanas após o presidente conceder perdão ao seu filho, Hunter Biden, que havia sido condenado por posse de arma e evasão fiscal. Essa decisão foi duramente criticada tanto por republicanos quanto por democratas, já que Biden havia descartado, anteriormente, a possibilidade de clemência para seu filho.


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