e citar o país vizinho, que estaria sendo
— A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta sexta-feira que pretende reforçar a comunicação com os Estados Unidos após Donald Trump ter afirmado que começaria a atacar cartéis de drogas "por terracontrolado" por organizações do narcotráfico.
Em sua entrevista coletiva diária, Sheibaum afirmou que determinou que o ministro das Relações Exteriores do México, Juan Ramón de la Fuente, entre em contato com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, depois das novas ameaças de Trump. Se necessário, ela afirmou que conversaria com o presidente americano.
Há dois ou três dias, o secretário Rubio falou sobre a boa coordenação que há com o México em questões de segurança que nos apresentamos em várias ocasiões. Temos um grupo de trabalho e vamos melhorar a comunicação
— disse ela.
As declarações ocorrem após Trump, em entrevista à Fox News, ter afirmado que os EUA atacarão "por terra" cartéis de drogas e citar o México, sem dar detalhes de como isso ocorreria.
Vamos começar agora a atingir alvos em terra no que diz respeito aos cartéis de drogas. Os cartéis estão comandando o México
— disse o presidente americano.
Sheinbaum também falou sobre a conversa que teve por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ela, os dois conversaram sobre a atual situação da América Latina e da defesa da soberania após a ofensiva militar dos EUA contra a Venezuela e a deposição de Nicolás Maduro.
Expliquei ao presidente Lula que com o presidente Trump temos um entendimento no tema da segurança e que certamente estamos fortalecendo isso, após as declarações que o presidente Trump deu nesses dias
— afirmou Sheinbaum. "Consideramos isso como parte de sua maneira de se comunicar."
A presidente mexicana disse que Lula a convidou para visitar o Brasil em maio, para dar sequência ao diálogo entre os dois países após uma viagem do vice-presidente, Geraldo Alckmin, à Cidade do México no ano passado.
Ontem, o Palácio do Planalto informou que Lula havia conversado com Sheinbaum e com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que também foi alvo de ataques e ameaças de Trump na esteira da ofensiva militar que culminou na prisão de Maduro.
qualquer visão que possa implicar na divisão ultrapassada do mundo em zonas de influência
— Segundo o governo brasileiro, Lula e Sheinbaum concordaram que é preciso rejeitar . Os dois reiteraram, nesse contexto, a "defesa do multilateralismo, do direito internacional e do livre-comércio".
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