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Mosquito da dengue tem relógio biológico

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 22/12/2025 às 14:00 · Atualizado há 2 dias
Mosquito da dengue tem relógio biológico
Foto: Reprodução / Arquivo

O Aedes aegypti detecta o CO2 expirado pelos seres humanos para ir até eles e picá-los. As fêmeas do mosquito são capazes de sentir esse gás de longe, a mais de 10 metros de distância da vítima. Mas, como mostrou um estudo (1) publicado por pesquisadores da Universidade Columbia, em Nova York, essa habilidade varia de acordo com o horário – e o relógio biológico do inseto.

Os cientistas descobriram que, quando está amanhecendo ou anoitecendo, momentos nos quais o Aedes aegypti mais pica, o cérebro dele secreta um neuropeptídeo chamado fator de dispersão de pigmento. O nível dessa substância é controlado por uma proteína chamada period, que faz parte do relógio biológico do mosquito.

Os pesquisadores criaram uma versão geneticamente alterada do Aedes, que não produz essa substância, e a colocaram diante de um banquete: potinhos de sangue, devidamente aquecido e “temperado” com CO2. Apesar disso, os mosquitos que não produziam o neuropeptídeo demonstraram pouco interesse.

Fonte 1. “Time-of-day modulation in mosquito response persistence to carbon dioxide is controlled by Pigment-Dispersing Factor”

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